
O presidente brasileiro Jair Bolsonaro disse nesta sexta-feira (30/12) que não há justificativa para o que chamou de tentativa de “ato terrorista” depois que a polícia frustrou o plano de um homem de detonar um artefato explosivo em Brasília na semana passada em protesto contra sua eleição derrota.
O líder de extrema-direita cessante, no entanto, tentou se distanciar de George Washington de Oliveira Sousa, que foi preso pelo atentado e disse à polícia que o chamado às armas de Bolsonaro o inspirou a obter um arsenal de armas e explosivos.
“O homem tinha ideias que não são compartilhadas por nenhum cidadão, mas agora o classificam como ‘bolsonarista’”, reclamou o presidente em uma transmissão nas redes sociais antes de deixar o cargo.
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