
Assassino confesso de Marielle Franco e Anderson Gomes, Ronnie Lessa afirmou, em delação premiada, que quase matou a vereadora três meses antes do crime que tirou a vida dela.
De acordo com o ex-policial militar, ela estava em um bar na Praça da Bandeira, no Rio. Ele afirmou que, na ocasião, “perdeu a oportunidade”.
Lessa afirmou que não matou a vereadora nesse bar porque um comparsa não chegou a tempo. O homem é Edmilson Oliveira da Silva, conhecido como Macalé, apontado como interlocutor dos executores com os mandantes do crime.
Na delação, Lessa também afirmou que o crime não ocorreu na casa de Marielle por ser um endereço muito policiado. Assim, os executores decidiram que a emboscada deveria ser em outro lugar.
O assassinato ocorreu em março de 2018 e Lessa foi preso em 2019. Ele já foi condenado e prestou delação premiada em 2023 como tentativa de atenuar a pena.
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