
Manaus – Os corpos das três vítimas do trágico acidente entre um bote e uma moto aquática, ocorrido na manhã de domingo (21), começaram a ser velados nesta segunda-feira (22) nas comunidades São Tomé e Nossa Senhora de Fátima, na zona rural de Iranduba, a 27 quilômetros de Manaus.
As vítimas são:
O empresário e ex-vereador Robson Tiradentes, irmão do jornalista Ronaldo Tiradentes, é suspeito de ter causado o acidente fatal ao pilotar uma moto aquática.
O corpo de Pedro Batista foi liberado pelo Instituto Médico Legal (IML) para a família nesta segunda-feira (22). Até o momento, não há confirmação sobre a liberação dos corpos de Marcileia e do bebê.
Segundo o laudo do IML, as causas das mortes foram:
Asfixia mecânica por meio líquido (afogamento).
No momento do acidente, quatro pessoas estavam no bote:
A família retornava de um torneio esportivo realizado nas comunidades locais.
A colisão teria ocorrido quando o bote foi atingido por uma moto aquática, supostamente conduzida por Robson Tiradentes, causando o tombamento da embarcação.
Apenas Jovane sobreviveu, mas ficou gravemente ferido e em estado de choque.
Testemunhas relataram que Marcileia tentou nadar com o bebê em direção à margem, mas ambos acabaram se afogando.
Ainda na noite de domingo, o Corpo de Bombeiros foi acionado para socorrer uma das vítimas – um homem com corte no rosto e fratura dentária. Ele foi encaminhado à rede estadual de saúde.
Quatro mergulhadores participaram das buscas, que foram concluídas ainda no domingo. Os corpos foram recolhidos e encaminhados ao IML.
A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da Delegacia Fluvial (Deflu), está conduzindo diligências para apurar as circunstâncias do acidente.
A Capitania dos Portos também informou que irá instaurar um Inquérito sobre Acidentes e Fatos da Navegação (IAFN) para investigar as causas e possíveis responsabilidades.
Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie. Leia as perguntas mais frequentes para saber o que é impróprio ou ilegal.