
Se os educadores brasileiros esperavam pelo fim da febre do “6-7”, a tendência acaba de ganhar uma sobrevida global. J-Hope, integrante do fenômeno sul-coreano BTS, publicou um vídeo no TikTok dançando a versão em português da música que viralizou. A adesão do ídolo do K-pop ao meme consolida o alcance internacional de uma brincadeira que nasceu no ambiente digital e se tornou o terror das salas de aula no Brasil.
O vídeo de J-Hope já acumula milhões de visualizações e atraiu uma enxurrada de comentários de brasileiros. Curiosamente, muitos internautas “avaliaram” a performance do artista, brincando com falhas na coreografia que, por aqui, já possui movimentos milimetricamente coordenados pelos estudantes.
Para quem não está familiarizado, o “six-seven” (seis-sete, em inglês) é o que a internet classifica como “brain rot” (cérebro podre): conteúdos propositalmente sem sentido, viciantes e repetitivos.
Basta um professor mencionar a página 67, o horário de 6h07 ou uma nota 6,7 para desencadear uma reação em cadeia:
Embora pareça aleatório, o meme é uma colagem de referências culturais distintas que convergiram no algoritmo das redes sociais:
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