
O governo federal estuda liberar o dinheiro do FGTS para os trabalhadores demitidos e que optaram pelo saque-aniversário, modalidade criada em 2020 e que permite o saque de parte do dinheiro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço no mês de aniversário, mas que bloqueia o saldo nas contas por até dois anos, mesmo em caso de demissão sem justa causa.
informação foi confirmada pelas Centrais Sindicais, que devem ser reunir com o presidente Lula (PT) e com o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, nesta terça-feira (25), para o anúncio.
Para o presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah, essa mudança é fundamental.
“Não faz sentido o trabalhador ser penalizado por ter optado pelo saque-aniversário. Se ele for demitido no mês seguinte à adesão, fica dois anos sem poder acessar um dinheiro que é dele, que poderia ser essencial para garantir sua sobrevivência e a de sua família em um momento tão difícil”, afirma.
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