Manaus, 19/07/2026

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IMMU realiza sétima turma da “Escola de Transporte Inclusivo” com vivência prática de dificuldades de idosos e PcDs

Foto: Clóvis Miranda/Semcom
Foto: Clóvis Miranda/Semcom
17/04/2026 14h50

O Instituto Municipal de Mobilidade Urbana promoveu nesta quinta-feira mais uma etapa do curso de formação do programa “Escola de Transporte Inclusivo de Manaus”, voltado a motoristas, cobradores e demais funcionários das empresas de transporte. O curso contou com palestra promovida por técnicos da Fundação Doutor Thomas, representantes do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência, além de técnicos do IMMU.

Com mais de 50 participantes, os trabalhadores do transporte tiveram contato com a legislação referente a idosos e Pessoas com Deficiência e ouviram relatos de pessoas que enfrentam dificuldades no sistema de transporte público. O ponto alto do encontro foi quando os operadores vivenciaram as dificuldades de quem tem limitação de mobilidade. Motoristas e cobradores usaram vendas nos olhos, andaram de cadeira de rodas, usaram muletas e caminharam com peso nos pés, a fim de vivenciar os desafios enfrentados por idosos e PcDs no sistema de transporte.

Jamily Campelo, da Divisão de Atendimento Social do IMMU, destacou os resultados alcançados com as ações da escola. “Estamos concluindo aqui já a sétima turma voltada para esse curso de sensibilização, e já notamos um retorno significativo em relação a essas ações. Esse retorno está sendo recíproco, tanto por parte da população quanto por parte dos operadores, que estão se engajando ativamente nesse momento com a gente de vivência e sensibilização”, destacou.

Para o psicólogo da Fundação Doutor Thomas, Adriano Alves Lago, as atividades da escola são essenciais para melhorar o tratamento de idosos no transporte. “Trata-se de uma ferramenta importante para a gente tentar melhorar a prestação de serviço, não só à pessoa idosa, mas ao usuário em si. A forma como a gente tem abordado esse tema é para proporcionar uma melhor qualidade de vida, uma melhor autonomia para o usuário, principalmente, para a pessoa idosa, e esclarecer, acima de tudo, o que é o processo de envelhecimento”, destacou.

A técnica de segurança do trabalho da empresa Global, Lucélia Alves Costa, participou da vivência simulando uma pessoa com deficiência visual e elogiou o trabalho realizado pelo IMMU. “Quero dizer que esse trabalho é maravilhoso para a gente se colocar na condição da pessoa com deficiência. Estou emocionada, pois me coloquei no lugar de uma pessoa cega. Então, eu quero dizer que é um trabalho maravilhoso, é muito bom fazer com que as pessoas se coloquem no lugar do seu próximo, que está passando por dificuldade que a gente não tem ideia”, relatou.

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