O adolescente de 13 anos, indígena Apurinã aprendido no município de Lábrea por ato infracional análogo a homicídio duplamente qualificado foi ouvido em audiência de apresentação no dia 9 de dezembro e confessou a morte do colega, também adolescente da mesma etnia que tinha 17 anos.
O Ministério Público do Amazonas (MPAM), pela Promotoria de Justiça de Lábrea, defendeu, na representação, as qualificadoras de fútil e meio cruel. O rapaz, acompanhado da família e de um advogado, alegou legítima defesa.
O fato aconteceu no dia 30 de novembro, na Aldeia Nova Fortaleza, zona rural de Lábrea, onde, segundo familiares, o rapaz sofre ameaças contra sua vida. Por decisão da magistrada, após a audiência, o adolescente agressor continuará internado na Cadeia Pública do Município.
Com informações da assessoria
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