
A jovem Gabriela de Souza Coimbra foi vítima de homofobia no Instituto de Educação do Amazonas (IEA), ela foi no local realizar o provão eletrônico quando dois funcionários da instituição, um porteiro, e um outro funcionário, ainda não identificado, a desrespeitaram e zombaram da sua condição de gênero.
“O porteiro me tratou com ironia chamando-me de “mano” e não respeitando a minha condição de gênero. Eu chamei atenção dele e pedi-lhe respeito, mas ele continuo, em tom de zombaria, referindo-se a mim com frases como: “tudo bem, amigão” e “Não tem problema,irmão”, informou a jovem.
Um outro funcionário a tratou com agressividade dizendo que o nome social não valia de nada, que o importava era o nome que estava no documento, e que a jovem tinham nome masculino e que portanto, era homem.
A situação foi tão constrangedora e humilhante que comprometeu o desempenho dela na prova.
A Seduc informou por meio de nota irá e tomará as medidas cabíveis com relação ao caso e que não compactua com qualquer ato de preconceito ou discriminação.
Lei na íntegra o relato da jovem:
Da Redação
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