Manaus, 14/07/2026

Política

Lula recebe presidente da Itália para tratar de programa contra a fome e G20

Luiz Inácio Lula da Silva e Sergio Mattarella, presidente da Itália
Reprodução
Luiz Inácio Lula da Silva e Sergio Mattarella, presidente da Itália Reprodução
15/07/2024 13h00

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebe, nesta segunda-feira (15), em cerimônia no Palácio do Planalto, o presidente da Itália, Sergio Mattarella.

O encontro está previsto para iniciar às 11 horas. Os dois chefes de Estado terão uma reunião bilateral e, em seguida, serão assinados acordos. Depois, será oferecido um almoço ao presidente italiano no Palácio Itamaraty.

De acordo com o governo brasileiro, os dois presidentes vão discutir a relação entre os países e temas gerais, a exemplo da reforma das instituições de governança global, das presidências italiana no G7 e brasileira no G20, e da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza que Lula planeja lançar.

Os dois países também devem assinar um acordo de reconhecimento recíproco de carteiras de habilitação. Está prevista ainda a assinatura de memorandos de entendimento entre a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Universidade de Turim.

Esta é a primeira visita de um presidente italiano ao Brasil desde 2000. Em junho do ano passado, Lula fez uma viagem oficial ao país, ocasião em que se reuniu com Mattarella.

Por se tratar de uma república parlamentar, na Itália o presidente ocupa a função de chefe de Estado e não participa diretamente do governo.

Mas tem poder para vetar leis e decretos, além de convocar eleições e aprovar a indicação de um primeiro-ministro. A atual é Giorgia Meloni.

A visita de Mattarella faz parte das comemorações do 150º aniversário da imigração italiana no Brasil. Ele também deverá visitar Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia e Rio Grande do Sul.

Considerada uma parceira estratégica do Brasil, a Itália é uma das principais origens de investimento direto da União Europeia no Brasil. Atuam no país mais de mil empresas italianas, geradoras de cerca de 150 mil empregos.

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