
A influenciadora Ana Karolina registrou um boletim de ocorrência e acionou a Justiça contra um laboratório credenciado de João Pessoa após ter parte do cabelo raspada durante um exame toxicológico para obter a primeira CNH. O caso, que gerou forte repercussão nas redes sociais, expôs o constrangimento e o dano estético sofridos pela jovem.
Segundo a denunciante, a coletadora realizou duas tentativas de corte sob a justificativa de que a primeira amostra havia sido perdida. Na segunda retirada, a profissional deixou uma falha profunda e visível no couro cabeludo da cliente.
“Perguntei se ela estava cortando apenas os 3 cm necessários e ela respondeu que sim. Na segunda tentativa, ela deixou um buraco enorme na minha cabeça”, relatou Ana Karolina, que criticou a falta de suporte e de um pedido de desculpas por parte do estabelecimento.
As normas técnicas do exame toxicológico determinam que a coleta deve ser feita na nuca e em quantidade equivalente à espessura de uma carga de caneta esferográfica, de forma a não comprometer a estética do paciente. O teste é obrigatório para a habilitação e detecta o uso de substâncias psicoativas em um período de até 90 dias.
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