
A Prefeitura de Manaus quer aprovar gastos de R$ 9 bilhões em 2024. É o que está previsto na Lei Orçamentária Anual (LOA) enviada à Câmara Municipal de Manaus (CMM), que analisa o pedido.
Na mensagem nº 94/2023, que institui a LOA, a prefeitura estima que vai gastar R$ 9,088 bilhões, no ano que vem. De acordo com a Câmara Municipal, esse valor representa um crescimento de aproximadamente 6% sobre os recursos projetados para 2023, que somaram R$ 8,5 bilhões.
Na terça-feira (14), os vereadores começaram a analisar, no plenário, o orçamento para o exercício financeiro de 2024. A LOA seguiu, que está identificada pelo nº 569/2023, seguiu para análise das Comissões de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) e de Finanças, Economia e Orçamento (CFEO).
“As comissões vão fazer as devidas análises e emitir o parecer para que a matéria volte ao plenário para votação. A partir desse momento é aberto o prazo para que os vereadores apresentem emendas”, informou o presidente da CMM, vereador Caio André (Podemos).
No texto enviado para apreciação dos vereadores, a Prefeitura de Manaus indicou como os gastos devem ser distribuídos no próximo ano. O projeto indica maior parcela para educação, urbanismo e saúde, respectivamente.
Segundo a CMM, o Município se baseou em parâmetros estabelecidos no Boletim Focus publicado em 30 de junho deste ano, que apontou um crescimento de 1,28% do Produto Interno Bruto (PIB) e a expectativa da inflação (IPCA) de 3,92%.
Dos R$ 9,088 bilhões previstos na LOA 2024, a Prefeitura detalha que R$ 2,353 deverão ser aplicados em ações e projetos voltados para a área da educação. “Este é o maior orçamento do Executivo Municipal e representa mais de R$ 25% do total de recursos previstos”, afirmou a Câmara Municipal.
Já a segunda maior fatia do orçamento municipal do próximo ano deverá ir para a área de urbanismo, onde deverá ser aplicado R$ 1,681 bilhão, 18,5% do orçamento, de acordo com o projeto.
Em seguida estão os projetos e ações na área da saúde, que somam R$ 1,623 bilhão, montante que, segundo o projeto, se refere a quase 18% do orçamento.
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