A situação financeira do Governo do Amazonas entrou em alerta máximo. Empresários e prestadores de serviços terceirizados da saúde pública estão em pânico após uma decisão da Secretaria de Fazenda (Sefaz), comandada pelo secretário Alex Del Giglio, que determinou a suspensão de todos os pagamentos até dezembro deste ano.
A medida atinge diretamente empresas que prestam serviços essenciais, fornecedores e profissionais terceirizados, que já temem um possível calote por parte do governo Wilson Lima. Fontes internas relataram que o caixa do Estado estaria praticamente quebrado, sem recursos suficientes para honrar compromissos básicos.
Segundo apuração do Portal do Generoso, a determinação da Sefaz pegou todos de surpresa e causou revolta entre empresários que dependem dos repasses do Estado para manter suas atividades. Muitos afirmam que “antes não havia calote, agora tem”, apontando que o atual governo estaria repetindo erros de gestões passadas e colocando em risco a estabilidade financeira do setor de saúde.
Além disso, denúncias graves chegaram à redação: diretores e diretoras de unidades de saúde afirmam estar sendo pressionados a devolver entre 20% e 30% das emendas parlamentares destinadas às unidades. O caso, se confirmado, configura extorsão e desvio de recursos públicos, crimes passíveis de investigação pelo Ministério Público e Tribunal de Contas do Estado.
Enquanto o governo tenta justificar o bloqueio como uma “medida de ajuste fiscal”, os efeitos já começam a ser sentidos na ponta do sistema: falta de pagamento, risco de paralisação de contratos e colapso nos serviços de saúde pública.
A pergunta que ecoa entre servidores e empresários é direta:
O governador Wilson Lima pretende dar calote nos servidores e mergulhar a saúde do Amazonas em um colapso sem precedentes?
Com o novo slogan que circula entre os corredores do poder — “Calote no Estado: antes não tinha, agora tem” — o governo estadual enfrenta uma das maiores crises de credibilidade desde o início da gestão.
O Portal do Generoso seguirá acompanhando o caso, ouvindo todas as partes envolvidas e cobrando transparência, responsabilidade fiscal e respeito com o dinheiro público e com os trabalhadores da saúde.
Denúncias e documentos podem ser enviados com sigilo garantido ao nosso canal de apuração: [email protected]
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