
Nesta terça-feira (11), o Senado Federal aprovou o projeto que formaliza em lei o Programa Bolsa Permanência (PBP), estabelecendo um auxílio mínimo de R$ 700 mensais para estudantes de graduação e R$ 300 para alunos de cursos técnicos de nível médio. A proposta segue agora para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O Programa Bolsa Permanência faz parte da Política Nacional de Assistência Estudantil (Pnaes) e visa reduzir a evasão escolar e incentivar a conclusão dos cursos em instituições federais de ensino superior.
Além da bolsa estudantil, o Pnaes inclui outras 10 iniciativas, como programas de atenção à saúde mental e alimentação saudável.
Os estudantes elegíveis devem atender aos seguintes critérios:
Para estudantes indígenas e quilombolas, as condições são diferenciadas:
A soma de todos os benefícios oferecidos pela Pnaes não pode exceder 1,5 salário mínimo por estudante, exceto para indígenas e quilombolas, que têm condições especiais de auxílio.
O Programa Bolsa Permanência existe desde 2013, inicialmente como uma ação do Ministério da Educação (MEC), focando principalmente em estudantes quilombolas, indígenas e aqueles em situação de vulnerabilidade socioeconômica.
Com a nova legislação, o auxílio é ampliado e transformado em lei, garantindo sua continuidade e proteção contra possíveis mudanças de governo.
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