
Com aposentadoria marcada para o dia 13 de outubro, o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, liberou para o plenário a pauta que discute se o presidente Jair Bolsonaro deve prestar depoimento por escrito ou presencialmente. Bolsonaro é lavo no inquérito que apura uma suposta interferência na Polícia Federal.
A decisão é uma resposta ao pedido da Advocacia-Geral da União (AGU), que solicitou que o presidente deponha por escrito. Cabe ao presidente da Corte, o ministro Luiz Fux, definir a data do julgamento, que pode ser definida na sessão desta quarta-feira (7).
O inquérito contra Bolsonaro foi aberto a partir das acusações feitas pelo ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro. Ele afirmou que o chefe do Executivo havia exigido mudanças em cargos de direção e superintendência na Polícia Federal, incluindo o posto de diretor-geral da corporação. Também investigado pelo inquérito, Moro terá que provar suas declarações por ordem da PF.
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