
O Twitter decidiu suspender seis contas na plataforma que promoviam a venda ilegal de medicamentos abortivos. A medida atendeu a um pedido feito pelo Ministério Público Federal (MPF).
De acordo com o MP, o caso veio à tona após uma denúncia feita em abril revelar a existência dos perfis e ainda uma rede de apoio para a prática de abortos no país.
Ao decidir suspender as contas, o Twitter explicou que os perfis violavam os termos de serviço da plataforma, assim como as regras e as políticas da empresa.
Em nota, o MPF explicou que a “venda de medicamentos on-line é uma atividade permitida exclusivamente a farmácias e drogarias e somente com a devida licença sanitária e autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), sendo proibida a comercialização de medicamentos sujeitos a controle especial”.
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