
Uma menina de 9 anos foi encontrada morta, amarrada a uma árvore por uma corda, no Parque Anhanguera, na zona norte de São Paulo, na tarde de domingo, 29.
Raíssa Eloá Caparelli Dadona havia desaparecido quando participava de uma festa com outras crianças em um Centro Educacional Unificado (CEU) vizinho ao parque.
Um adolescente de 12 anos confessou ter matado sozinho a menina, segunda a Polícia Civil. A confissão ocorreu hoje, 01/10, mas ele se recusou a dizer a motivação do crime.
Raíssa foi encontrada morta no último domingo (29), no Parque Anhanguera, na zona norte de São Paulo. Ela tinha desaparecido de uma festa no Centro de Educação Unificado (CEU) próximo ao local. Câmeras de segurança gravaram a menina e o adolescente antes do crime, com os dois andando de mãos dadas. Foi ele também que avisou a administração do parque sobre a localização do corpo no dia do crime.
O garoto foi apresentado à Promotoria da Infância e Juventude. “As investigações seguem visando identificar outros possíveis envolvidos no crime”, afirmou a SSP, em nota.
Raíssa morava no bairro do Morro Doce, próximo ao Parque Anhanguera, e fazia acompanhamento para autismo há um ano. Seu corpo foi enterrado nesta segunda no Cemitério Municipal de Perus, também na zona norte da capital paulista.
Procurado, o Centro de Educação Unificado (CEU) Parque Anhanguera afirmou que não pode repassar nenhuma informação sobre o caso. Já a Secretaria Municipal de Educação de São Paulo disse que está colaborando com as investigações e que forneceu imagens de câmeras de segurança do CEU e outras informações à Polícia Civil.
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