Brasileiras escreveram uma carta aberta à comunidade científica pedindo que os congressos incluam também profissionais que são mães e seus bebês. O manifesto fez com que as mulheres criassem um grupo, chamado de Observatório Cajuína, que atua no contato com instituições e eventos para a inclusão de mães na ciência.
O texto argumenta que na nossa cultura “tarefas que envolvem cuidado com os filhos ainda são vistas como essencialmente femininas” e logo, “excluir crianças [dos congressos] é excluir mulheres”, afirma. “É preciso lembrar que existem bebês que ainda mamam, não podem ficar tanto tempo longe da mãe”, diz o documento. “Existem mães solo, existem mães sem rede de apoio, existem crianças que não conseguem ficar com outras pessoas por muito tempo”.
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