
A família de Julieta Hernández, artista venezuelana estuprada e morta em Presidente Figueiredo (a 117 quilômetros ao norte de Manaus) no ano passado, apela que o crime seja julgado como feminicídio. A segunda audiência de instrução do caso acontece nesta terça-feira (3), no Fórum de Justiça Desembargadora Nayde Vasconcelos, em Presidente Figueiredo
Em entrevista ao UOL, o advogado da família, Carlos Nicodemos, afirma que o intuito do requerimento é que o crime seja julgado como feminicídio, e não latrocínio, como está registrado. A primeira audiência do caso, realizada em agosto deste ano, foi suspensa após a requisição de um documento citado durante a sessão.
A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) indiciou Thiago Agles da Silva e Deliomara dos Anjos Santos pelo assassinato da artista. Ambos responderão por ocultação de cadáver, latrocínio e estupro, mas a família da vítima requer a reclassificação do crime como feminicídio.
Julieta Hernández
Julieta, de 37 anos, estava desaparecida desde o dia 23 de dezembro de 2023 e seu corpo foi encontrado no dia 6 de Janeiro de 2024, no município de Presidente Figueiredo (a 117 quilômetros ao norte de Manaus). A Polícia Civil do estado indiciou Thiago Agles da Silva e Deliomara dos Anjos Santos pelo assassinato da artista. Ambos responderão por ocultação de cadáver, latrocínio e estupro.
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