
Um novo esquema criminoso tem chamado a atenção das autoridades: a venda de fotos e dados pessoais de brasileiros por meio do WhatsApp. Investigações revelam que golpistas comercializam pacotes de imagens por até R$ 3,5 mil, levantando preocupações sobre privacidade e segurança digital.
As fotos, muitas vezes extraídas de redes sociais ou vazadas de bancos de dados, são utilizadas para diversos crimes, como golpes financeiros, clonagem de identidade e extorsão. Os compradores podem incluir estelionatários que aplicam fraudes ao se passarem pelas vítimas em transações bancárias e redes sociais.
Especialistas alertam que os usuários devem adotar medidas preventivas, como restringir a visibilidade de suas fotos em redes sociais, evitar o compartilhamento de imagens pessoais com desconhecidos e ativar autenticação em duas etapas em aplicativos e serviços online.
As autoridades já investigam grupos que operam esse tipo de crime e reforçam que a comercialização de dados pessoais sem consentimento é ilegal. Caso suspeite que suas informações foram expostas, é recomendado registrar um boletim de ocorrência e monitorar movimentações suspeitas em suas contas.
Para se proteger contra os riscos associados a vazamentos de dados, os usuários devem adotar as seguintes práticas:
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