
De acordo com Secretaria de Estado da Produção Rural (Sepror), junto à Comissão Executiva Permanente de Defesa Agropecuária (Codesav), há 15 anos o Amazonas não apresenta focos de febre aftosa. O último registro se deu em 2004, quando houve a identificação pelo serviço veterinário oficial do foco de febre aftosa no município de Careiro da Várzea, distante a 25 quilômetros de Manaus.
Ambos os órgãos executores das ações de defesa sanitária animal e vegetal naquela época, afirmam que o último caso ocorreu no dia 25 de agosto, e a confirmação se deu no dia 9 de setembro. Atualmente, as ações de defesa agropecuária são coordenadas pela Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Amazonas (Adaf), fundada no dia 29 de agosto de 2012.
Quinze anos atrás – Em 2004, foram identificados ao todo quatro focos de febre aftosa do Tipo C no município de Careiro da Várzea. À época, a Codesav executou medidas que garantiram a sanidade do rebanho e o mercado nacional e internacional. As medidas adotadas foram: interdição da área, deslocamento de equipes para o local, implantação de postos de fiscalização, investigação nas propriedades vizinhas, e recadastramento de propriedades rurais.
Reconhecimento – O Amazonas é reconhecido internacionalmente pela Organização Mundial de Sanidade Animal (OIE) como área livre de febre aftosa com vacinação e busca suspender a vacina de febre aftosa até 2021, conforme o Plano Estratégico 2017-2026 do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA), do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa).
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