
O regime iraniano sofreu seu golpe mais severo com a confirmação da morte de Ali Larijani, chefe do Conselho Supremo de Segurança e líder de facto do país. Larijani foi morto em um ataque aéreo israelense que atingiu o apartamento onde se escondia na região de Pardis, em Teerã. O bombardeio também vitimou seu filho, assessores e o comandante das forças Basij, Gholamreza Soleimani.
A morte de Larijani ocorre apenas 18 dias após o martírio do Líder Supremo Ali Khamenei, deixando um vácuo de poder sem precedentes no Irã. Segundo as Forças de Defesa de Israel (FDI), Larijani era o “líder efetivo” que mantinha as rédeas do regime desde fevereiro. Em nota, a agência estatal Fars lamentou a perda do que chamou de “funcionário proeminente e prudente”, atribuindo o ataque a uma coalizão “americano-sionista”.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, celebrou a ofensiva e enviou uma mensagem direta aos iranianos, afirmando que o objetivo é minar o regime para que o povo possa derrubá-lo. “Não será fácil, mas estamos dando a oportunidade”, declarou o premiê.
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