
O Conselho Médico do Arkansas, nos Estados Unidos, cassou por cinco anos a licença do médico David Diffine após ele ser flagrado nu durante o expediente e cometendo atos sexuais na frente de funcionárias e pacientes em seu consultório.
As imagens, registradas por câmeras de segurança em outubro de 2024, mostram o médico circulando sem roupas por diferentes áreas do consultório. Segundo as investigações, ele entrou em salas de atendimento, foi até a recepção e, diante de três mulheres, incluindo uma paciente, fez alongamentos e um ato sexual.
Denúncias apontam que Diffine usava sua posição para coagir funcionárias e pacientes, oferecendo aumentos de salário e outras vantagens em troca de favores sexuais. Um informante anônimo relatou que o médico forçava funcionárias a presenciarem ou participarem das ações sexuais.
O Conselho Médico já havia suspendido a licença de Diffine no ano passado. Após entrevistas com vítimas e colegas de trabalho, o órgão decidiu pela cassação temporária, citando violações à Lei de Práticas Médicas e recomendando avaliação psicológica.
Em depoimento, Diffine se identificou como “naturista” e afirmou não ver problema na nudez. Ele negou ter conhecimento das imagens obtidas pela polícia.
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