
O Ministério Público do Estado do Amazonas denunciou um suposto braço de uma organização criminosa investigada no âmbito da Operação Erga Omnes, suspeita de atuar na infiltração em órgãos do Poder Judiciário e na obtenção de informações processuais sigilosas.
De acordo com a acusação, o grupo seria estruturado em núcleos com funções específicas, incluindo uma frente voltada à atuação dentro do sistema de Justiça. A investigação aponta que os envolvidos teriam acesso e possível comercialização de dados sensíveis de processos judiciais.
A denúncia apresentada pelo MPAM cita quatro pessoas como integrantes da suposta organização criminosa, cada uma desempenhando papéis distintos dentro da estrutura investigada.
Segundo o órgão ministerial, as apurações indicam um esquema organizado, com divisão de tarefas e atuação coordenada para obtenção de vantagens ilícitas a partir de informações protegidas por sigilo judicial.
O caso segue sob investigação, e os denunciados poderão responder por crimes relacionados à organização criminosa e violação de sigilo, conforme o andamento do processo na Justiça do Amazonas.
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