
A cidade de Las Vegas, que deixou de ser um centro urbano qualquer e se sagrou destino exclusivo para os amantes da gastronomia, cultura e luxúria, sempre supera as expectativas. Já soube que a cantora Lady Gaga tem uma nova residência de shows na cidade? Que o empresário David Chang inaugurou por lá, recentemente, a primeira unidade ocidental do restaurante Momofuku? E que o artista plástico brasileiro Henrique Oliveira suspendeu a raiz de uma árvore no teto do Park MGM, em Las Vegas?
Por que 2018 define o futuro dos cassinos de Las Vegas
Com inúmeras opções para alimentação e compras, e com uma vida noturna agitada, a atual tendência em Vegas é essa, que recai para um território historicamente mais refinado: as belas artes. Houve um tempo no qual os restaurantes e bares da “cidade do pecado” eram apenas lugares para se ir antes dos jogos nos cassinos.
E os lobbies e corredores dos hotéis eram espaços meramente funcionais, que se tinha de atravessar antes de chegar ao quarto para dormir. Já na nova era de ouro de Las Vegas, todos os corredores, paredes, salões e até os tetos são locais a serem explorados como uma exposição de obras de arte.
Nos bastidores, uma equipe pequena, mas dedicada, trabalha duro para repaginar cada centímetro dos espaços e transformá-los em galerias de arte públicas.
Entre os visionários que insuflam a tendência, está Tarissa Tiberti, diretora executiva de arte e cultura do grupo hoteleiro MGM Resorts. Seu trabalho consiste em gerenciar as exposições de arte em hotéis pelo mundo, comissionar (encomendar) novos trabalhos e supervisionar as parcerias com foco em artes visuais da MGM, como a da Art Basel.
A cidade de Las Vegas, que deixou de ser um centro urbano qualquer e se sagrou destino exclusivo para os amantes da gastronomia, cultura e luxúria, sempre supera as expectativas. Já soube que a cantora Lady Gaga tem uma nova residência de shows na cidade? Que o empresário David Chang inaugurou por lá, recentemente, a primeira unidade ocidental do restaurante Momofuku? E que o artista plástico brasileiro Henrique Oliveira suspendeu a raiz de uma árvore no teto do Park MGM, em Las Vegas?
Por que 2018 define o futuro dos cassinos de Las Vegas
Com inúmeras opções para alimentação e compras, e com uma vida noturna agitada, a atual tendência em Vegas é essa, que recai para um território historicamente mais refinado: as belas artes. Houve um tempo no qual os restaurantes e bares da “cidade do pecado” eram apenas lugares para se ir antes dos jogos nos cassinos.
E os lobbies e corredores dos hotéis eram espaços meramente funcionais, que se tinha de atravessar antes de chegar ao quarto para dormir. Já na nova era de ouro de Las Vegas, todos os corredores, paredes, salões e até os tetos são locais a serem explorados como uma exposição de obras de arte.
Nos bastidores, uma equipe pequena, mas dedicada, trabalha duro para repaginar cada centímetro dos espaços e transformá-los em galerias de arte públicas.
Entre os visionários que insuflam a tendência, está Tarissa Tiberti, diretora executiva de arte e cultura do grupo hoteleiro MGM Resorts. Seu trabalho consiste em gerenciar as exposições de arte em hotéis pelo mundo, comissionar (encomendar) novos trabalhos e supervisionar as parcerias com foco em artes visuais da MGM, como a da Art Basel.
A obra de Yasuaki Onishi — “Vertical Emptiness BG, 2018”, uma grande instalação criada a partir de galhos de árvores locais suspensos no teto — também foi um desafio. Precisei falar até com a equipe de horticultura e explicar a obra para eles. A equipe entendeu, mas, a princípio, nos deu árvores trituradas. Tivemos de insistir para ter uma árvore inteira. O efeito final foi hipnotizante. Onishi cobriu os galhos com uma algo que remetia a neve cristalizada. As pessoas não sabiam bem o que era aquilo, mas todos apreciaram. Dava para ver.
Quais são suas obras favoritas da coleção do MGM?
Sem dúvida, a escultura da árvore de Oliveira está entre as minhas preferidas. Outra favorita é o pedaço de Frank Stella [“Damasco Gate Variation I”], atrás da recepção do hotel Vdara, também em Las Vegas. Não dá para perceber, mas a obra é da década de 1970. As cores são vibrantes, o que é perfeito para Vegas. Parece que foi feito para estar lá.
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