
O policial militar João Ezequiel Batista Pereira foi morto, na noite deste domingo (28), por um amigo que não gostou da forma como a vítima bateu no portão de sua residência em Cascavel, no Paraná.
Segundo o delegado do caso, Fabiano Moza, João teria ido buscar a esposa que estava na casa do suspeito. No local, havia um aviso explicando que o interfone não estava funcionando e que, por isso, era preciso bater no portão.
Porém, à polícia, o suspeito disse que João deu chutes na estrutura de proteção. Os dois ainda teriam discutido e o suspeito atirou para o alto antes de atingir o amigo.
De acordo com a polícia, os dois homens estavam armados e a munição utilizada no crime era de porte legal.
A vítima levou três tiros, sendo um na face, um na região do crânio e outro nas costas. Foram encontrados quatro fragmentos de bala de arma de fogo no quintal da residência — todos do suspeito, segundo o delegado.
O autor afirmou que agiu em legítima defesa. No entanto, as autoridades policias concluíram que, a partir do número de disparos, essa justificativa não poderia ser considerada.
A polícia teve acesso às imagens das câmeras de segurança e conseguiu constatar a dinâmica do crime.
O homem foi preso e está sob custódia na Cadeia Pública de Cascavel. O caso é tratado como homicídio qualificado por motivo fútil.
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