
Quatro dias após a morte da jovem Maria Eduarda durante um salto de rope jump, a Prefeitura de Limeira iniciou, na manhã desta quarta-feira (17), uma intervenção na região da Ponte do Esqueleto para reforçar a segurança e restringir o acesso ao local onde ocorreu o acidente.
Os trabalhos começaram por volta das 6h30 e incluem o fechamento de entradas irregulares, dando continuidade às ações emergenciais adotadas após a tragédia. Maria Eduarda, de 21 anos, morreu no último sábado (13) depois de ser lançada da ponte sem estar presa à corda de segurança. Ela chegou a receber atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu aos ferimentos.
Segundo a administração municipal, uma intervenção definitiva ainda não havia sido realizada devido às limitações envolvendo a área, que pertence à União. Após reuniões entre representantes do Governo Federal e das prefeituras de Limeira e Cordeirópolis, foi firmado um acordo para que o município execute medidas emergenciais enquanto a União define uma solução permanente para o espaço.
Entre as ações previstas estão o reforço do bloqueio dos acessos e a ampliação da proteção na área. Já obras estruturais, como a construção de barreiras, manutenção das valetas e até uma possível demolição da ponte, ficarão sob responsabilidade do Governo Federal.
As medidas foram definidas após encontros realizados na segunda-feira (15), com a participação da Secretaria do Patrimônio da União (SPU), da Advocacia-Geral da União (AGU) e representantes das administrações municipais. Ao fim das reuniões, a SPU informou que os estudos para a destinação definitiva da Ponte do Esqueleto continuam, e a demolição da estrutura está entre as alternativas avaliadas.
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