
A Prefeitura de Manaus reafirmou, nesta semana, que a roda-gigante instalada na Ponta Negra não é um equipamento público, mas sim uma atração pertencente integralmente à iniciativa privada. O prefeito David Almeida foi categórico ao informar que a prefeitura não tem qualquer participação financeira, administrativa ou operacional no empreendimento.
Segundo o prefeito, a empresa responsável pela roda-gigante arcou com todos os custos, desde a aquisição da estrutura até o pagamento de impostos, taxas e tributos necessários para operar na orla da cidade — exatamente como acontece com qualquer permissionário que utiliza legalmente o espaço público da Ponta Negra.
O valor do ingresso, fixado em R$ 40,00, também é definido exclusivamente pela empresa privada. A prefeitura esclarece que não interfere no preço, não recebe percentual dos ingressos e não tem participação nos lucros. O município apenas autoriza o uso do espaço, dentro das regras e exigências que valem para todos os empreendedores da área.
A gestão municipal reforça que a presença da roda-gigante tem como objetivo incrementar o turismo, estimular a economia e gerar empregos, sem onerar os cofres públicos. Toda a operação, manutenção, segurança e responsabilidade pelo equipamento é da empresa que detém a concessão de uso.
Com isso, a Prefeitura de Manaus destaca que qualquer questionamento sobre valores, funcionamento ou administração da roda-gigante deve ser direcionado à empresa proprietária, já que o município não participa da gestão e não interfere nas decisões comerciais da atração.
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