
As partidas da Seleção Brasileira na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026 correm o risco de sofrer paralisações repentinas devido a um rígido protocolo de segurança climática adotado nos Estados Unidos. O sistema, que segue as diretrizes do Serviço Nacional de Meteorologia norte-americano, prioriza a proteção de atletas e torcedores contra fenômenos extremos do verão local, como raios, ventos severos e granizo.
Diferente do futebol sul-americano, onde os jogos costumam continuar mesmo sob fortes temporais, a regra nos EUA determina a suspensão imediata da partida caso um raio seja detectado em um raio de até 16 quilômetros do estádio.
Nessas situações, o público e as equipes são direcionados para áreas cobertas, e o confronto só pode ser retomado após uma espera obrigatória de 30 minutos sem novos registros de trovões ou descargas elétricas.
A Seleção Brasileira está em uma área considerada de risco para esse tipo de interrupção, já que seus três jogos iniciais estão marcados para cidades com histórico de forte instabilidade climática em junho. O Brasil estreia no MetLife Stadium (Nova York/Nova Jersey) contra o Marrocos, joga na Filadélfia contra o Haiti e encerra a primeira fase em Miami contra a Escócia.
Todos os estádios são abertos e estão sujeitos a tempestades tropicais de fim de tarde que podem forçar a Fifa a acionar os alertas e interromper o andamento do Mundial.
Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie. Leia as perguntas mais frequentes para saber o que é impróprio ou ilegal.